De acordo com o Dr. Carlos Alberto Arges Junior, a mineração é uma atividade fundamental para o desenvolvimento econômico, mas também é uma das que mais impacta o meio ambiente. Os crimes ambientais associados ao setor minerário, como desmatamento ilegal, contaminação de recursos hídricos e descarte inadequado de resíduos, têm ganhado crescente destaque nos debates sobre sustentabilidade.
Esse contexto coloca a responsabilidade jurídica como um pilar essencial para a mitigação dos danos causados pela atividade. Este artigo explora os principais crimes ambientais vinculados à mineração e o papel crucial da advocacia na proteção ambiental.
Quais são os principais crimes ambientais no setor minerário?
Como explica o advogado Carlos Alberto Arges Junior, a extração mineral sem a devida licença ambiental, ou em áreas protegidas como unidades de conservação e terras indígenas, é um dos crimes mais comuns no setor minerário. Essa prática, além de ser ilegal, causa danos irreversíveis aos ecossistemas, como a destruição de habitats e a perda de biodiversidade. Outro crime recorrente é o lançamento de rejeitos tóxicos em rios e solos, que contamina recursos hídricos essenciais, comprometendo a qualidade ambiental.

Além disso, o descumprimento de normas de segurança e o uso de técnicas predatórias de extração, como explosões mal planejadas, também configuram crimes ambientais. Esses procedimentos podem ocasionar deslizamentos de terra, assoreamento de rios e outras consequências negativas para o meio ambiente. A falta de monitoramento adequado agrava ainda mais os impactos, colocando em risco não apenas a biodiversidade, mas também a vida humana.
Como a advocacia especializada pode atuar na prevenção desses crimes?
A advocacia especializada em direito ambiental desempenha um papel estratégico na prevenção de crimes ambientais no setor minerário. Os advogados podem ajudar as empresas a desenvolver políticas de compliance ambiental, garantindo que as operações sigam a legislação vigente. Eles também fornecem assessoria na obtenção de licenças ambientais e no desenvolvimento de planos para a recuperação de áreas degradadas, fundamentais para mitigar os impactos causados pela mineração.
Conforme destaca o Dr. Carlos Alberto Arges Junior, no campo judicial, os advogados ambientais têm um papel crucial na representação das vítimas de danos ambientais, como as comunidades afetadas por contaminação de rios ou desastres ambientais, como o rompimento de barragens. Além disso, atuam na defesa do interesse público, movendo ações civis públicas para responsabilizar empresas que cometem crimes ambientais e exigem reparação dos danos causados.
Quais são os desafios enfrentados?
Como aponta o advogado Carlos Alberto Arges Junior, um dos maiores desafios no combate aos crimes ambientais no setor minerário é a complexidade técnica das investigações. Muitas vezes, é necessário o uso de laudos periciais detalhados para comprovar a relação entre a atividade minerária e os danos ambientais, o que pode ser um processo demorado e custoso.
Outro obstáculo significativo é a pressão econômica e política sobre órgãos ambientais e judiciários, que pode comprometer a eficácia das ações de fiscalização e punição. Empresas com grande poder econômico recorrem frequentemente a estratégias jurídicas para protelar os processos ou reduzir as penalidades, o que dificulta a responsabilização adequada.
Portanto, os crimes ambientais no setor minerário representam um desafio significativo, mas a advocacia especializada em direito ambiental emerge como uma aliada crucial na proteção do meio ambiente. Para serem realizados avanços reais, é fundamental fortalecer a fiscalização, promover a conscientização sobre as implicações ambientais e garantir que a legislação vigente seja cumprida com rigor.
Se você deseja conhecer mais sobre o trabalho do Dr. Carlos Alberto Arges Junior, acompanhe suas redes sociais para ficar atualizado sobre as questões ambientais e jurídicas relacionadas à mineração.
Instagram: @argesearges
LinkedIn: Carlos Alberto Arges Junior
Site: argesadvogados.com.br
Autor: Maxim Smirnov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital