Ação da Polícia Federal investiga possível furto de equipamento de informática de uma unidade da Caixa Econômica Federal em São Gonçalo do Amarante.
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, 21 de agosto de 2026, a Operação Cavalo de Troia, no Ceará, para investigar o possível furto de um equipamento pertencente ao parque de informática da Caixa Econômica Federal. O caso ocorreu em São Gonçalo do Amarante, município da Região Metropolitana de Fortaleza, e passou a ser investigado depois que a própria instituição financeira apresentou uma denúncia às autoridades. (Serviços e Informações do Brasil)
Segundo as informações divulgadas oficialmente pela Polícia Federal, o fato investigado foi atribuído inicialmente a um empregado vinculado a uma empresa responsável pela prestação terceirizada de serviços de manutenção. A fase ostensiva da operação tem como objetivo reunir indícios e provas capazes de esclarecer como o equipamento desapareceu e determinar eventual responsabilidade criminal. A PF não informou, no comunicado divulgado nesta manhã, detalhes como o valor do equipamento ou a existência de outros investigados. (Serviços e Informações do Brasil)
Investigação começou após denúncia da Caixa
A apuração teve início depois de uma comunicação feita pela Caixa Econômica Federal sobre o possível desaparecimento do equipamento. Por envolver patrimônio de uma instituição financeira pública federal, o caso passou para a esfera de investigação da Polícia Federal. Os investigadores passaram então a reunir informações relacionadas ao episódio e às pessoas que tinham acesso aos serviços de manutenção realizados no local. (Serviços e Informações do Brasil)
A investigação concentra-se, neste momento, na coleta de elementos que possam comprovar as circunstâncias do possível furto. A Polícia Federal ressaltou que a responsabilidade do investigado dependerá dos indícios e das provas obtidos durante a operação. Dessa forma, a apuração ainda deverá determinar exatamente como ocorreu o desaparecimento e se há elementos suficientes para responsabilização criminal.
Crime investigado envolve dispositivo eletrônico
De acordo com a PF, caso os fatos sejam comprovados, o investigado poderá responder, em tese, por crime relacionado ao furto de aparelho de telefonia celular, computador — inclusive portátil ou do tipo prancheta — ou outro dispositivo eletrônico ou informático semelhante. A definição jurídica dependerá do resultado das diligências e das evidências reunidas no decorrer da investigação. (Serviços e Informações do Brasil)
A Operação Cavalo de Troia integra, portanto, uma investigação específica relacionada ao patrimônio tecnológico da instituição financeira. A atuação policial busca esclarecer tanto a ocorrência do possível furto quanto a participação atribuída inicialmente ao trabalhador terceirizado, sem antecipar uma conclusão sobre sua responsabilidade.
Operação foi realizada nesta sexta-feira
A fase ostensiva da Operação Cavalo de Troia foi deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira. O comunicado oficial foi publicado às 9h07 e atualizado às 9h39 de 21 de agosto, pela Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará. Até a divulgação inicial da operação, a PF não havia apresentado detalhes adicionais sobre eventuais apreensões realizadas durante as diligências. (Serviços e Informações do Brasil)
A investigação deverá prosseguir com a análise dos elementos reunidos pelos agentes. O material obtido poderá ajudar a Polícia Federal a reconstruir as circunstâncias do desaparecimento do equipamento e determinar se houve efetivamente crime e quem pode ser responsabilizado.
Fonte
Polícia Federal — PF investiga furto de equipamento informático da Caixa